quinta-feira, 19 de maio de 2011

Vai, Bahêêêa!



Ô, meu rei... é hora e vez do glorioso Bahia. Não foi muito difícil encontrar uma solução para esse... mantemos os elementos essenciais, nesse caso, as cores do estado, o formato circular, e, como tenho feito de costume, retiro sem dó nem piedade toda aquela "razão social", totalmente desnecessária. Escudo não precisa de nome e sobrenome. Ninguém chama o time desse jeito, e escudo é chamado de símbolo, ou seja, uma síntese gráfica daquilo que ele representa; não é bula de remédio. Resultado, logo limpo, moderno, troquei a bandeira baiana pelo mapa do estado (bandeira é outra redundância irritante) como fundo discreto, e data fica, porque história ninguém compra no supermercado. Oxe, arretado esse Bahia 2022, não?

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