O Sport foi o mais recente que eu fiz (apesar de vários outros seguem aguardando publicação). Justamente por isso, acaba se beneficiando de tudo o que eu ganhei de experiência até aqui. Eu realmente gostei do resultado. É um escudo conceitual, mas totalmente "usável". E o conceito é bastante simples: limpar, simplificar, modernizar, dar volume e brilho. Ok, ok, o formato tem cara de Transformers, mas a ideia era justamente essa, radicalizar para sair da mesmice do formato "funil" tão comum no futebol. Se é para ser "do futuro", porque não com um time pioneiro em tantas coisas no futebol do Nordeste?
segunda-feira, 23 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Bangu!

E que tal essa proposta para o Bangu? Tá bom, não ficou ultra-revolucionário, mas mexe em muita coisa do escudo, buscando reciclar sem necessariamente radicalizar. Cores e formas mantidas, inclusive as faixas apontando para baixo (detestável, mas fazer o que?). O principal problema, eu diria que era o símbolo formado com as letras, que "morria", apesar de estar bem no meio do escudo. A ideia então foi metalizar esse ícone, bem como foi feito com a borda. Assim ele foi destacado com o devido contraste, respeitando a ideia original.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Colorado do Rio Grande do Sul
A proposta para o Internacional foi radicalizar no formato, mantendo o principal elemento do escudo, que são as letras entrelaçadas. Buscando fugir da mesmice de um escudo redondo (assim como metade dos escudos do Brasil), a solução foi um triângulo apontando para cima, algo inédito em termos de futebol brasileiro. Mas o desafio também é esse: ser pioneiro...
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Vai, Bahêêêa!

Ô, meu rei... é hora e vez do glorioso Bahia. Não foi muito difícil encontrar uma solução para esse... mantemos os elementos essenciais, nesse caso, as cores do estado, o formato circular, e, como tenho feito de costume, retiro sem dó nem piedade toda aquela "razão social", totalmente desnecessária. Escudo não precisa de nome e sobrenome. Ninguém chama o time desse jeito, e escudo é chamado de símbolo, ou seja, uma síntese gráfica daquilo que ele representa; não é bula de remédio. Resultado, logo limpo, moderno, troquei a bandeira baiana pelo mapa do estado (bandeira é outra redundância irritante) como fundo discreto, e data fica, porque história ninguém compra no supermercado. Oxe, arretado esse Bahia 2022, não?
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O bugre vem aí...

Esse, na verdade, foi o primeiro que eu fiz... mais para frente, refiz algumas coisas, ajustei até gostar. Desse jeito está como eu queria. O resultado, como podem ver o meu estilo, é de redução, simplificação e limpeza. O Guarani atualmente tem um escudo bem mais ou menos. Mas para resolver o problema não requer muita batida de cabeça na parede. Não, não se inspirou no Lanterna Verde. O meu é melhor... rs
Nação Rubro-Negra!

A forma foi mantida, apesar de modernizada, para dar um aspecto mais ousado, agressivo. Eu diria que o ponto alto é o símbolo da âncora e remos, resgatado do primeiro escudo do Flamengo e manter por perto a tradição de um clube nascido nas águas, onde até hoje compete em modalidades que inspiraram o "Regatas" no nome. Ainda assim, o ícone aparece de maneira discreta e com estilo. Tipo a maçã da Apple em um iPhone...
terça-feira, 17 de maio de 2011
Zeeeiro!

O próximo da fila é o Cruzeiro, com estilo, classe e força. traços simples e limpos, porque o ícone "Cruzeiro do Sul" fala por si só. Esse foi uma das exceções no que diz respeito à uma quebra total no formato original. Do circular (o tradicional "escudo de guerra da Antiguidade") para o quadrado curvado, ou formato "folha", bastante presente na iconografia moderna, principalmente em logos. Que tal?
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Supercoxa.

Agora é a vez do glorioso Coritiba. Aproveitando a boa fase do time, segue a minha reinterpretação do escudo do clube paranaense. Esse acabou mudando muito pouco da ideia original. Foi mais uma questão de se aproveitar os elementos existentes, que funcionam esteticamente, e dar um banho de loja na criança. Só um tapinha não dói, só um tapinha... vixe... rs
domingo, 15 de maio de 2011
Primeiríssima!

E a primeira da turma é... é... A Lusa! A proposta foi apegar-se ao ícone principal do escudo, a cruz, e livrar-se do temível contorno do emblema. Senhoras e senhores... Com vocês, a Portuguesa 2022! Note que eu procurei manter não somente as cores, mas uma linha geral do original. Por algum motivo que eu desconheço, a cruz do escudo tem as hastes levemente 'caídas'. O novo também.
Agora vai!
Depois de ficar fazendo embaixadinha com algumas das ideias e desenhos, resolvi mandar bala e já produzi um montão de escudos 'renovados' dentro da proposta. Peço àqueles que acharem que ficou 'estranho demais' para um clube, que entendam que a proposta não foi a de criar algo para ser transformado em 'produto' logo em seguida. São apenas elocubrações visuais. No mais, o blog está aberto a comentários, críticas, sugestões, provocação de torcedor, enfim...
Projeto 2022
O objetivo desse projeto é um 'brainstorming' (algo como colocar o seu cérebro em um liquificador) e explorar possibilidades múltiplas tentando resolver a uma pergunta bastante simples: O que aconteceria se os clubes de futebol do Brasil resolvessem, como homenagem ao bicentenário da independência da nossa querida República, modernizar seus logos, emblemas, escudos, chamem como quiserem, sem muita preocupação com a receptividade e a ousadia dessa transformação? Tipo: O que seria do símbolo do seu clube se ele tivesse acabado de sair de um cruzamento de "Blade Runner" com "Gaiola das Loucas"? Eu confesso que não sei direito de onde veio essa ideia. Às vezes prefiro deixar assim mesmo... vai saber... rs
No princípio...
Esse projeto para mim eu enxergo como um hobbie, uma aventura como explorador, sem muitas pretensões, e ao mesmo tempo ansioso por descobrir algo novo. Ou não, rs. Como diziam na faculdade "o que importa é o que interessa; e vice-versa". Algo assim. Enfim.
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